Acoperirea Tratamentului Sclerozei Multiple și Inegalitatea Socioeconomică în Sistemul Unificat de Sănătate al Braziliei

StudiuScleroză multiplăÎncredere înaltă

O análise de 2024 sobre cobertura de tratamento de EM no Brasil constatou que apenas 35,3% dos pacientes elegíveis com EM remitente-recorrente receberam tratamento farmacológico de primeira linha, com disparidades significativas regionais e socioeconômicas. Utilizando índices de desigualdade, o estudo demonstrou fortes disparidades no acesso e consumo de tratamento correlacionadas com níveis de desenvolvimento regional, embora os gastos per capita apresentassem padrões inconsistentes.

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